Leôncio Almeida


Se preparem para o espetáculo: “Ladrão Julga Ladrão”

Leôncio Almeida

 

É triste, lamentável e vergonhoso. Mas é a mais pura realidade: a política brasileira está afogada num mar de lama. Se não bastasse o antigo mensalão e ainda ter que aturar os cânticos clássicos de Roberto Jéferson, agora os pobres e desacreditados brasileiros têm que presenciar, a olho nu, a dinheirama se espalhar pelos paletós, meias e bolsas de nossos ilustríssimos políticos.

 

Entretanto, o melhor sempre está por vir: as justificativas. É tanta criatividade e benevolência que é de cortar o coração de qualquer mortal. Haja panetones para a criançada. Fiquei até chateado porque não chegou nenhum à minha humilde residência. Sem contar a falta de ‘prudência’ no uso da mala.

 

 

Também é legal apreciar os paladinos da moralidade que surgem em escândalos como esse. Pedem, com veemência, o impeachment e a cassação dos envolvidos. Usam e abusam do poder de dramatização. Não podem ver um simples microfone que já correm para demonstrar indignação. O teatro está formado.  Vão encenar o espetáculo “Ladrão Julga Ladrão”. Eu não vou perder nenhum capítulo. E vocês, amigos?

 

Mas, antes de fecharem as cortinas, quero fazer um alerta a esses ilustres senhores: tomem cuidado!!! As câmeras estão soltas e apontadas para todas as direções. Há delas por todos os lados e anglos. Vivemos num Big Brother da vida real. E o próximo pode ser o senhor, doutor.

 



Escrito por Leôncio às 17h44
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Flor Guerreira

            Minha mãe, minha flor. Isso mesmo: tenho uma mãe-flor em casa.  Às vezes ela é um pouco espinhosa, é verdade. Mas, contrariando o normal, seus espinhos são extremamente bons, pois visam apenas o meu bem.

Apesar de ser já crescido, só saio de casa com a autorização dela e do meu pai, assim como meu irmão mais velho, Tom. Odeio quando mãe não deixa eu sair à noite com meus amigos, alegando que o mundo está muito perigoso. Procuro usar argumentos para tentar fazê-la mudar de opinião, mas é sempre em vão. Ela é osso duro de roer. Confesso que minha ira cresce, de imediato, nesses momentos. Entretanto, meu ópio é passageiro.

E, ao raciocinar de forma simples e coerente, procuro entender o coração de amor da minha mãe. Saber que a preocupação dela é um sinal de carinho por mim. É tão bom saber que, neste mundo doidão, há alguém que me ama de verdade e, o melhor, sem querer receber nada em troca

Minha velha – apesar dela estar na flor da idade, a chamo assim – é guerreira demais. Também não poderia ser diferente, já que é filha de dona Lucilia, a “mãe de umbigo” de aproximadamente 90% dos adolescentes e adultos da cidade de Luis Gomes, no interior do Rio Grande do Norte.

            Mãe-flor já travou uma das batalhas mais difíceis que um mortal pode enfrentar: uma doença chamada câncer, responsável pela morte de milhões de pessoas no mundo. Apesar de algumas marcas que vão ficar eternamente, como, por exemplo, a perda do seio direito, venceu a luta com êxito, surpreendendo os médicos, que não acreditavam nessa vitória.

            Devido à gravidez do meu irmão caçula, Arthur, minha velha demorou a procurar tratamento, pensando que o nódulo que se formou no seu seio fosse parte desse período. E se acostumou a ouvir dos médicos: “O que a senhora está fazendo aqui agora? Seu caso não tem mais cura!”.

Mas minha velha é arretada e de fé, o que, inclusive, é uma característica peculiar das nordestinas. E se agarrou ao amor e a bondade de outra mãe: Nossa Senhora. Não foi fácil. Como disse acima, há cicatrizes até hoje. Mas a mãe de toda humanidade ajudou minha velha a vencer as células maldosas.

Hoje, depois de cerca de 12 anos, minha velha está mais forte do que eu. E se dedica, de corpo e alma, às causas da mãe de Jesus.

Ah, não poderia finalizar antes de deixar bem claro uma coisa: Te amo, minha mãe, minha flor!!!

 



Escrito por Leôncio às 23h34
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Pastoral da Juventude do Riacho Fundo II inova no DNJ 2009

O evento – que foi dividido em duas partes - contou com a participação de jovens de 6 cidades do Distrito Federal.

 

Leôncio Almeida

A Pastoral da Juventude comemorou nos dias 24 e 25 de outubro, na Paróquia Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, no Riacho Fundo II, o Dia Nacional da Juventude (DNJ). Cerca de 300 jovens se reuniram para debater o tema deste ano: “Contra o Extermínio da Juventude, Na Luta Pela Vida”.

O DNJ - que surgiu em 1985 com o objetivo de construir espaços de participação para pensar e repensar uma nova sociedade - foi comemorado pela segunda vez no Riacho Fundo II.

 

Sob a coordenação do professor Railton Vanes, jovens de 6 cidades do Distrito Federal – Riacho Fundo II, Recanto das Emas, Samambaia, Gama, Pedregal e Núcleo Bandeirante – ajudaram na organização do Dia Nacional da Juventude deste ano.

 

O evento foi dividido em duas etapas. No sábado, 24, houve uma marcha contra a violência pelas avenidas do Riacho Fundo II. E, no domingo, dia 25, o tema “Contra o Extermínio da Juventude, Na Luta Pela Vida” foi debatido entre os jovens na Paróquia Nossa Senhora da Medalha Milagrosa.

Marcha contra a violência

 

Apesar da fraca chuva que caiu sobre o Riacho Fundo II, a juventude do DNJ compareceu, em peso, à marcha contra a violência. Os jovens se reuniram às 15h, em frente à Paróquia Nossa Senhora da Medalha Milagrosa. E, com a animação de um trio elétrico, partiram em direção à Administração Regional da cidade.

A estudante Luana Batista (17 anos), moradora de Samambaia, afirmou que o DNJ mostra que há jovens comprometidos com os problemas sociais: “Movimentos como esse revelam que a juventude tem voz e força perante à sociedade”, destacou a estudante. “O mundo pode perceber que os jovens querem dar um basta à violência”, acrescentou Kelvin Júnior (17 anos), morador do Riacho Fundo II.

 

No percurso da marcha ocorreram duas paradas para uma reflexão. Na primeira, a juventude do Recanto das Emas apresentou uma peça sobre o diálogo em família. Já na segunda, os jovens da Samambaia fizeram uma encenação em relação ao dia-a-dia dos adolescentes nos colégios.

 

 Para o universitário Anderson Borges (22 anos), que reside no Recanto das Emas, a juventude precisa passar por uma mudança e o DNJ representa o primeiro passo: “A juventude tem que mudar. Mas essa mudança só vai acontecer a partir do momento que os jovens se preocuparem com os problemas sociais.” O estudante Daniel de Sousa (20 anos), que mora do Caub II, concorda com o ponto de vista de Anderson Borges. “Espero que o DNJ sirva para acordar a juventude, porque a mudança do mundo começa por nós, jovens”, reforçou. 

Já Carmem Lúcia (17 anos), coordenadora do grupo jovem Jusct do Recanto das Emas, agradeceu às forças divinas pela realização do evento: “O DNJ é uma vitória de Deus para toda a sociedade”, comemorou.

Para final

 

Por volta das 17h, a marcha chegou à Administração do Riacho Fundo II, onde Padre Bonfim, da Paróquia Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, a aguardava para fazer uma reflexão sobre a violência na juventude.

 

Em seu discurso, Padre Bonfim criticou duramente o sistema penitenciário brasileiro.  “Ao invés de reabilitar, funciona como escola do crime, promovendo a violência”, justificou.

 

Ele também destacou que é necessário que o poder público e a sociedade civil criem organismos para os jovens ocupar a cidade. Assim, de acordo com o pároco, eles estarão mais longe da violência.

 

Depois da fala de padre Bonfim, a Banda São Rafael, da Paróquia São Pedro de Taguatinga Sul, fechou a marcha com chave de ouro.

 

Autoridades

 

Os deputados distritais Roney Nemer (PMDB) é Érika Kokay (PT) estiveram presentes à marcha do Dia Nacional da Juventude e comentaram a iniciativa.

 

A deputada elogiou o movimento: “É uma expressão jovem falando com a sociedade e com as autoridades, o que possibilita uma reflexão”.

 

Já o deputado Roney Nemer, morador do Recanto das Emas e que contribuiu para a realização do DNJ, afirmou que tudo que é feito para ajudar os jovens a trilhar o caminho correto é proveitoso para a sociedade. O deputado também falou sobre a importância da família na formação da juventude. “É preciso valorizar a família, que é a primeira igreja”, destacou.

 

 

O coordenador-geral do DNJ, Railton Vanes, criticou a participação do administrador do Riacho Fundo II, Célio Cintra, que não compareceu ao evento, alegando problemas pessoais. “O nosso administrador não providenciou o policiamento e o corpo de bombeiros. E também não ofereceu suporte para a juventude em relação ao som e a outras coisas”, lamentou Vanes, que ainda questionou: “ Será que realmente ele acredita no poder do jovem?”.

 

O grande dia

 

No domingo, 25, por volta das 13h, os jovens das 6 cidades que ajudaram a organizar o Dia Nacional da Juventude já se encontravam na Paróquia Medalha Milagrosa. Eles estavam ansiosos e, ao mesmo tempo, reflexivos sobre o tema do evento, que há meses vinha sendo debatido entre eles.

Aires Costa - fundador da ONG Resgate, que atua na recuperação de dependentes químicos, - iniciou o debate. O tema de sua palestra foi: “Drogas, caminho de vida ou de morte?”.

 

Depois da apresentação de Aires Costa, os grupos de teatro do Riacho Fundo II, Samambaia e Gama também preparam peças para fomentar a discussão. Eles fizeram apresentação de temas polêmicos que fazem parte do cotidiano da juventude, como o aborto, as bebidas alcoólicas e os meninos de rua.

 

O coordenador do grupo jovem do Recanto das Emas Josc, Diego Alves, disse que os adolescentes estavam entusiasmados para discutir a violência na juventude.  “Já tem dois meses que estamos debatendo o tema do DNJ deste ano, e a galera estava ansiosa para colocar os conhecimentos em prática”, relatou Diego, que cobrou mais espaços para os jovens: “Hoje, infelizmente, há poucas oportunidades para o jovem aparecer e mostrar seu potencial. E, graças a Deus, o DNJ veio para tentar mudar isso”.

 

Diego Alves ainda afirmou que vários jovens encaram a realidade de maneira negativa, e isso os torna sem perspectiva. E um evento como esse, segundo ele, pode ajudar a resgatar a auto-estima deles.

 

Durante o evento, os grupos jovens do Riacho Fundo II recolheram alimentos para serem doados à casa de recuperação de soropositivos Fraternidade Lucas Evangelista (Fale), que fica localizada no Recanto das Emas. O material será entregue aos portadores do vírus HIV no dia 7 de novembro.

 

Para encerrar o Dia Nacional da Juventude, Padre Bonfim e a juventude do Riacho Fundo II prepararam uma surpresa para os jovens das outras cidades: a liturgia da missa, que abordava a relação de Caim e Abel, foi toda encenada. “Eu achei bastante interessante. Para algumas pessoas fica até mais fácil a compreensão”, aprovou a estudante Nayã Nascimento (16 anos).

O professor Railton Vanes, coordenador-geral do DNJ, comemorou o sucesso da edição deste ano. “O evento superou as expectativas e conseguiu atingir, em cheio, à juventude”, festejou.



Escrito por Leôncio às 15h19
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Isso é Brasil

 

Leôncio Almeida

 

É duro afirmar, mas, em pleno Século XXI, ainda existem traços fortes do coronelismo no território brasileiro. O pior é que não é somente em cidades pequenas espalhadas pelo país. Essa prática anacrônica – se assim que posso dizer – contamina os grandes centros da política nacional e se consolida bem na frente do nosso nariz.

 

Um exemplo claro disso é a crise que o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), enfrenta nesse momento. Todos os dias várias denúncias contundentes explodem nos meios de comunicação contra o ilustríssimo senador. Mas ele, de forma hábil, poderosa e obscura, consegue, com o apoio majoritário de seus pares, jogar todas para escanteio.

 

Jornais já exibiram, por exemplo, gravações de práticas corruptivas em que envolviam o nobre senador Sarney. Contundo, demonstrando uma “esquiva invejável”, ele ainda consegue burlar a justiça e unir o apoio da classe parlamentar ao seu favor.

 

E, para piorar, ainda culpa a imprensa por cumprir o seu papel: o de informar a população. Pelo tom dos questionamentos do senador, parece que foi os veículos de comunicação o maior responsável por “empregar” o namorado de sua neta no Senado por meio de um ato secreto.

 

Até o Partido dos Trabalhadores – conhecido, antigamente, pela sua veemência de combater as irregularidades que assolavam este país – se rendeu aos caprichos de Sarney. Vale ressaltar, porém, que o PT continua heterogêneo como antes, e a decisão de apoio ao presidente do Senado partiu da alta cúpula da legenda.

 

Envergonhados com o apoio do PT a Sarney, os senadores Flávio Arns (SC) e Marina Silva (SC), ex-ministra do Meio Ambiente, abandonaram o partido. Marina pode, inclusive, se candidatar à Presidência em 2010 pelo Partido Verde. O líder da legenda no Senado, Aloízio Mercadante (SP), também está insatisfeito com a situação e pode, nos próximos dias, abandonar a barca.

 

Por outro lado, a sociedade civil se mobiliza, protesta, procura métodos para tirar José Sarney da Presidência do Senado. No entanto, como um nobre deputado deixou claro para todo mundo ouvir: “a classe política está se lixando para a opinião”.  É de doer. E o pior é que a gente – sociedade civil – que os coloca lá.

 

 



Escrito por Leôncio às 13h39
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Grandioso até na história

Leôncio Almeida

Sete de abril é uma data de suma importância para todos os vascaínos do Brasil e do mundo. Há exatamente 85 anos, o clube desistiu de fazer parte da Associação Metropolitana de Esportes Atléticos (AMEA) – formada por América, Bangu, Botafogo, Flamengo e Fluminense – e escrevia mais um capítulo de sua gloriosa história.

 

            Na ocasião, os times citados acima exigiram que o Vasco da Gama excluísse 12 atletas da sua equipe. Eles alegavam que todos exerciam profissões duvidosas e, por isso, não poderiam participar das competições.

 

            Mas, na verdade, os jogadores eram, em sua maioria, negros e de origem humilde.

 

Na época, os grandes clubes do Rio de Janeiro, que representa a “alta sociedade carioca”, não permitiam atletas como esses em suas redondezas. O meu glorioso Vasco, no entanto, quebrou essa barreira e não dispensou os atletas.

           

            Ao levantar essa bandeira, o Clube de Regata Vasco da Gama mostrou sua vocação democrática e levantou a bandeira contra a desigualdade social.

 

            Em 2008 sofremos com o drama do rebaixamento. Foi doloroso, é verdade. Mas nesse ano, com a ajuda de Deus e da sua imensa torcida, o Vasco vai recuperar sua hegemonia e voltar para o lugar onde nunca deveria ter saído: a elite do futebol nacional.

 

“O sentimento não pode parar”



Escrito por Leôncio às 16h19
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


A mulher da minha vida

Leôncio Almeida

 

Lembro-me claramente da minha infância. Estudei da 1° a 4° série no Colégio Coronel Fernandes. A turma nunca mudou completamente. Às vezes, entrava uma ou duas crianças diferentes, mas a base sempre permanecia. Éramos muitos entrosados. E até hoje, quando viajo a Luis Gomes/RN, nos reencontramos para relembrar certas histórias.

 

Mas também tem outra coisa que marcou minha vida na cidade. Aliás, ainda marca, pois a mulher da minha vida continua a morar por lá. Vivi momentos especiais ao seu lado, inesquecíveis... Ela, inclusive, mora até hoje nos meus pensamentos e tem espaço reservado no meu coração.

 

A aula acabava às 11h. Eu, apressado, saia voando para “passar” em casa. Isso mesmo: só “passava” em casa. Jogava meus materiais na minha bagunçada cama e corria em disparada para a casa da minha vó. Ah, como era bom ficar ao lado da minha vozinha. Comer da sua comida, meter as mãos nos bolsos dos vestidos dela em busca de dinheiro.

 

Vivíamos uma paixão explosiva. Não conseguia ficar longe dela, como também ela de mim. Seus abraços eram muito protetores, verdadeiros. Sentia que, ali, era meu porto seguro. É muito difícil, hoje, viver longe dos seus carinhos.

 

Minha relação com minha vó sempre foi de excelente para magnífica. Até hoje, por exemplo, ela é um espelho de vida para mim. Não a admirava apenas por ser a mãe da minha mãe. Era algo bem mais complexo. Dona Lucília é um ser raro, daqueles que não se encontra em qualquer lugar.

 

Eu, sinceramente, acredito que ela é representante de Deus aqui na Terra. Apesar da minha pouca idade, nunca encontrei alguém com sua generosidade e simplicidade.

 

Já vi dona Lucília quebrar vários paradigmas. Por isso ela é muito respeitada em Luis Gomes. Também, pelas suas atitudes, não podia ser outra coisa. Mãe Lucília, como é conhecida na cidade por causa da sua profissão de parteira, realizou cerca de 7 mil partos, incluindo o meu e dos meus três irmãos.

 

 Trabalhou só até os 84 anos. Pouco, né? Só parou porque o tempo a aposentou “à força”, mas, até hoje, continua a atender as gestantes da região em sua própria residência, mais especificamente em sua cama.

 

Eu, inclusive, já presencie esse fato várias vezes durante minha infância. Ela não cansava. À noite, fazia plantão no hospital da cidade e, no restante do dia, ficava à disposição de quem precisasse de seus conhecimentos.

 

Mas nem tudo foi cor de rosa na vida dessa guerreira. Assim como muitas mulheres do País sofreu com o alcoolismo do marido, que a abandonou com os quatros filhos ainda crianças. Nem por isso ela desistiu de viver e, também, não se entregou às tentações fáceis do mundo. Pelo contrário. Criou os filhos com hombridade, coragem e dignidade. Hoje, graças aos seus esforços e a Deus, são todos adultos.

 

Infelizmente, no final de 2008, perdeu o amado filho caçula, Patrício. Ainda sofre bastante com a partida de seu fiel companheiro, é verdade. No entanto, continua com o mesmo vigor de sempre, lúcida e cheia de vontade de viver. Confesso com todo orgulho desse mundo: minha vozinha não se entrega fácil.

 

E agora, no dia 25 de abril desse ano, dona Lucília completou 86 anos de vida. E nós, de sua família, estamos comemorando como nunca. Ela é nosso exemplo, nosso porto seguro, nosso alicerce... Espelho-me muito nela, mas, ser igual a dona Lucília, é praticamente impossível, ainda mais para mim. Entretanto, já me contento em ela ser a mulher da minha vida.



Escrito por Leôncio às 16h19
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Ricardo Balestreri: “Precisamos de uma nova segurança”

 

Leôncio Almeida

 

O secretário Nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri, e a jornalista Patrícia de Almeida, da Assessoria de Comunicação do Ministério da Justiça, foram no dia 11 de novembro ao Auditório da Facitec, em Taguatinga Sul, para compor a mesa redonda do 2° dia do III Encontro de Comunicação e Cultura (Ecomc) da faculdade, com o tema “Comunicação e Segurança Pública”. O evento é promovido pelos estudantes de jornalismo e publicidade do 5° e 6 ° da instituição, e os professores Vânia Balbino e José Geraldo mediaram às discussões.

 

Com eloqüência e animação, Ricardo Balestreri começou o debate defendendo mecanismos alternativos para combater o crime organizado. Para ele, a população tem que conhecer seus policiais. “Precisamos de uma nova segurança. Precisamos de uma polícia mais inteligente. A polícia tem que conversar com a população”, destacou.

 

Em relação à cobertura da mídia sobre o crime, Balestreri afirmou que, na maioria das vezes, a mídia brasileira trata o problema de maneira superficial, apresentando apenas os “peixes pequenos” do tráfico. “Os líderes do crime organizado moram em mansões, não em favelas. Eles têm é medo de gente como o traficante Elias Maluco, por exemplo, apontado pela mídia como o líder do crime organizado. Nunca pisaram numa Favela. Ficam apenas em mansões. Viajam para fazer negócios em Miami (Estado Unidos)”, relatou.

 

O secretário Nacional de Segurança Pública ainda pediu à população que tenha mais respeito com os moradores de favelas que, segundo ele, são majoritariamente trabalhadores. “Não devemos generalizar os moradores de favelas como bandidos, pois 99% são honestos. A verdade é que eles são vítimas”, assegurou Ricardo Balestreri, garantido que conhece bem as Favelas: “Eu era de família de classe média, mas já morei em Favela. Foi uma maneira que encontrei para ajudar e conhecer o cotidiano dos moradores”.

 

Em seguida, foi a vez da jornalista Patrícia de Almeida fazer sua explanação sobre a rotina de trabalho dos profissionais da comunicação. Ela afirmou que entende a falta de tempo dos jornalistas, mas, mesmo assim, pediu que eles tenham mais responsabilidade na hora de fechar suas matérias. “Será que um furo está à frente de uma vida humana?”, indagou.

 

Quanto à situação da segurança pública no País, a jornalista explicou para os presentes que os estados brasileiros são os responsáveis pela área. Mas destacou que estes não fazem um bom uso da verba. “Os Estados gastam mal o dinheiro destinado à segurança pública”, disse.

 

Patrícia de Almeida ainda revelou que, numa pesquisa para a faculdade, ficou surpresa ao descobrir que quase 70% dos donos dos meios de comunicação são deputados e senadores. “Fica difícil dar credibilidade a esses veículos”, finalizou.



Escrito por Leôncio às 15h31
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Porto Seguro

 

Leôncio Almeida

 

            A família é o bem mais precioso do homem.  “A célula mater da nossa sociedade”, diz a galera do CQC, da TV Bandeirante. Mas seus valores estão sendo deixados de lado. Os filhos não têm mais respeito pela figura dos pais, desrespeitando-os de todas as formas. O mundo de hoje, o do capitalismo selvagem, prega a individualidade e a maioria dos nossos jovens são frágeis a essa propaganda. Entram facilmente no mundo das drogas e da criminalidade.

 

Atraídos pela fraqueza e pelo desejo, torna-se obcecados pelo TER e, para alcançarem aos seus objetivos, são capazes de passar por cima de tudo, inclusive da própria família.

 

Outros dão mais valor aos amigos. Saem de casa em busca da tal liberdade, mas sem nenhuma estrutura financeira e psicológica. Neste momento a selvageria do mundo entra em cena. As portas são fechadas. As substancias entorpecente os consomem, dominando suas mentes e corações. Os amigos desaparecem. A solidão bate no peito. Os sonhos são estraçalhados.

 

Só a partir daí que eles vêm que ainda há quem pode os ajudar, os seus verdadeiros amigos, aqueles que estão em casa, os mesmos que os colocaram no mundo. “Os filhos podem virar as costas para os pais, mas, mesmo assim, eles sempre estarão de braços para recebê-lo de volta”.



Escrito por Leôncio às 18h53
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


“Pioneiro da Revolução”

 

Leôncio Almeida

 

Acredito que sua eleição não mudará radicalmente o estilo de vida capitalista dos estadunidenses, como também não vai ajudar, substancialmente, na redução dos problemas do mundo, mas representará um avanço inestimável no combate ao preconceito racial e religioso. Além de negro, o candidato Democrata à Presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, tem origem mulçumana.

 

Filho de uma branca nascida no Havaí e de um negro queniano, Obama sofreu, em sua infância, o fardo de ter nascido com a pele escura. Seus coleguinhas do colegial o tratavam de forma diferenciada, já que era um dos poucos negros do colégio mais tradicional do Havaí, formado majoritariamente por alunos brancos.

 

Isolado dos demais estudantes, Barack Obama encontrou conforto junto aos seus raros irmãos de sangue, que também sofriam com o racismo. Juntos, formaram um escudo contra as represálias por parte dos alunos brancos.

 

Em sua adolescência, ainda enfrentou problemas com as drogas, se tornando, inclusive, usuário de cocaína e de bebidas alcoólicas.

 

Apesar da rebeldia, Obama sempre foi um bom aluno e não encontrou dificuldades para entrar na faculdade. Graduou-se em Ciências Políticas na Universidade de Columbia, em Nova Iorque.

 

Formado, começou a trabalhar na empresa Business International Corporation, hoje parte do grupo que publica a revista The Economist e, em seguida, para a organização sem fins lucrativos New York Public Interest Research Group. Apesar de receber um bom salário, não se sentia feliz com a vida que levava. Tinha vontade de trabalhar com o lado social e, por isso, pediu demissão da companhia. 

 

Depois disso, mudou-se para Chigago e começou a atuar como diretor da Developing Communities Project (DCP), orginazação comunitária ligada à Igreja Católica. Com dedicação e habilidade, Barack Obama trouxe vários beneficios para as comunidades carentes do estado, ganhando o respeito da população.

 

Em 1988, Obama ingressou na escola de direito de Havard, a mais tradicional dos Estados Unidos. Em função das suas notas e de um concurso de redação foi o primeiro negro a se tornar presidente da revista Harvard Law Review. A imprensa cubriu, amplamente, este feito de Barack Obama, o que resultou em um contrato para escrever um livro sobre questões relaciondas à raça.

 

A partir daí, Obama começou a trabalhar nos principais escritórios de direito dos Estados Unidos e, consequentemente, ganhou projeção nacional por seus feitos e senso cívico.

Hoje, ele é, disparadamente, o favorito para assumir à Presidência da nação mais poderosa do mundo. Sua releição quebrará vários pardigmas nos Estados Unidos, e demonstrará que, enfim, o seres humanos estão menos preconceituosos e abertos a mudanças. Desejo, do fundo do meu coração, sorte a Barack Obama. E espero que, caso seja eleito, seu governo não manche sua trajetória de vida peculiar.



Escrito por Leôncio às 12h04
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Drogas, é nosso desafio combatê-las

Leôncio Almeida

 

A cada dia que passa fico mais triste com o rumo escolhido pela maioria dos jovens brasileiros. As drogas passaram a ser o caminho mais fácil para “enfrentar” os problemas do dia-a-dia. Adolescentes de todas as idades e classes se entregam aos prazeres passageiros proporcionados pelas substancias entorpecentes.

 

Moro em um bairro de classe baixa, no subúrbio do Distrito Federal, onde a maioria dos jovens, inclusive alguns colegas meus, são usuários de algum tipo de drogas. Muitos entram nesse mundo por falta de oportunidade, de uma educação de decente e, acima de tudo, uma família bem estruturada. Também há aqueles que são atraídos por “amigos” em busca de um prazer efêmero.

 

Hoje, a cocaína é o entorpecente mais popular. A onda do momento. Em alguns ambientes que freqüento não é novidade ouvir isso: “Quer dar uma cheiradinha aí, Leôncio?”. Fico decepcionado quando vejo esse tipo de coisa, ainda mais quando envolvem conhecidos meus. Pessoas que tinham tudo para se dá de bem na vida, mas são reféns de uma alegria surreal e passageira.

 

O uso das substancias entorpecentes estão, paradoxalmente, relacionadas às periferias. No entanto, a grande burguesia também sofre com esse refúgio, se é assim que posso dizer. Os noticiários nos apresentam, todos os dias, casos e casos envolvendo membros da “alta sociedade”. Alguns, inclusive, ganham as páginas dos jornais até hoje e ficaram marcados na sociedade brasileira, como o caso Richthofen.

 

O quadro revela que o uso da droga não está apenas ligado à falta de oportunidade. É algo bem mais sério, psicológico, familiar. Por isso, a sociedade civil não pode jogar esse problema para escanteio. É necessário discutir e procurar mecanismo, mesmo que seja aumentando o rigor do Código Penal, para livrar as famílias desse mal.



Escrito por Leôncio às 18h26
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Paradoxo

Leôncio Almeida

 

No dia 21 de maio, fui convidado para encarar o papel de um mendigo no aniversário da Conferência dos Vicentinos, grupo da Igreja Católica responsável por fazer obras de caridade. Encarei o desafio. E fui a caráter, com roupas sujas e rasgadas.

 

No local, havia religiosos de todas as idades. Entrei em cena sem saber qual seria a reação dos presentes. E, para começar, abordei duas coroinhas que estavam a espera do padre para começar a celebração. Assustadas com meus “belos” trajes, se afastaram rapidamente com medo de acontecer alguma coisa.

 

A partir dessa reação, descobri que minha tarefa não ia ser nada confortável, mas, por incrível que pareça, minha vontade de cumpri-la aumentou.

 

Em seguida, já dentro da igreja, abordei um casal de velhinhos que, automaticamente, se espantaram com minha “agradável” presença. Fiquei assustado com o olhar deles. Parecia que eu era um animal selvagem que estava a passear pela metrópole.

 

Destemido, ainda abordei duas senhoras e, mais uma vez, apesar do ambiente religioso, o olhar preconceituoso imperou, o que me abateu profundamente. Senti na própria pele o que é ser um mendigo. O que é ser tratado com indiferença, inferioridade, menosprezo. Ser olhado como se fosse um animal. E descobri o quanto é difícil sobreviver da caridade do irmão em um mundo tão rico, mas exageradamente desigual.

 

Fiquei intrigado, ou melhor, decepcionado com o tratamento “especial” que estavam me dando. Não que eu estivesse esperando ser recebido de braços abertos, mas também não aguardava ser desprezado por tantas pessoas. Devo ressaltar que houve uma minoria que me acolheu e procurou me ajudar de alguma forma. Repito: minoria. No entanto, nenhum desses casos me intimidou.

 

Encaminhei-me para o maior desafio do dia: a fila de comunhão. Ao chegar perto do aglomerado de pessoas, me senti o centro das atenções. Ninguém olhava para frente do altar, apenas para min. Alguns presentes cogitaram a possibilidade de me expulsar da fila, mas nenhum teve coragem de tomar tal atitude, apenas mantinham olhares de desaprovação, o que me fez desistir de comungar.

 

No final, para o espanto de todos, revelei a pegadinha. Muitos se emocionaram com a descoberta e, inclusive, se arrependeram da forma que me trataram. Para mim, esse episódio vai ficar marcado. Nunca vou esquecer, pois demonstrou que os que deveriam entender a verdadeira mensagem de Jesus, ainda não a compreenderam.

 

 



Escrito por Leôncio às 18h28
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Unidos, podemos ter um futuro melhor!

 

Leôncio Almeida

 

Desigualdades, guerras, analfabetismos, poluição, pedofilia, prostituição, drogas... Esses são apenas alguns dos problemas que enfrentamos nos dias de hoje. Nossas crianças estão quase acostumadas a conviver com algumas dessas atrocidades e, em muitos dos casos, passam de expectadores para vitimas.

 

            Mas por que será que o mundo estar tão banalizado? Eis uma pergunta difícil de explicar. Na minha opinião, vários  fatores contribuem para a atual situação. Entre os quais, destaco a perda dos valores da família na juventude e a falta de políticas voltadas para a educação e erradicação da desigualdade social.

 

            Com tantas atrocidades, não é estranho encontrar algum ser humano preocupado com o futuro de seus entes queridos. Eu, por exemplo, não tenho vergonha de assumir que sou um deles. Fico com receio em relação ao dia de amanhã do meu irmão caçula, dos meus sobrinhos, primos e, apesar de ainda não ter nenhum, dos meus filhos, isso se eu tiver a coragem de fazer algum.

 

Para mudar esse quadro, a população precisar acordar e participar, efetivamente, das decisões que trilham o futuro. Não podemos esperar apenas a ajuda divina sem agir. Devemos, acima de tudo, tomar partido por um mundo melhor. Isso pode parecer meio utópico e idealista e coisa e tal. Mas não é algo impossível de acontecer e depende único e exclusivamente de nós. Basta querer e agir!



Escrito por Leôncio às 18h49
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Conheçam o MMA!

 

Leôncio Almeida

 

Sou fanático por Mixed Martial Arts (MMA), esporte conhecido popularmente no Brasil como Vale Tudo, e baseado em um desafio de artes marciais.  Karatê versus jiu-jitsu, por exemplo. Muitos o criticam por achá-lo sangrento e associá-lo aos brigões de ruas. Também há os leigos que, de forma irresponsável, fazem pré-julgamentos desprovidos e “mentirosos”.

 

Diferente do que muitos pensam, o MMA tem regras e essas devem ser respeitadas à risca. Caso contrário, o lutador será desclassificado e, conseqüentemente, perderá a luta. Não vale dedo no olho, golpe nas partes genitais, na nuca, entre outros. E quem vive do esporte são profissionais dignos e honrados, que, acima de tudo, abominam os brigões de ruas.

 

          Estados Unidos e Japão são os principais centros do MMA. O esporte também vai ganhando, aos poucos, o mercado europeu. Há vários eventos de porte nestes países. Entre os quais destaco o UFC e o Pride.

 

         O que mais admira aos fãs de MMA é a capacidade que determinados lutadores têm de se adaptar a vários tipos de artes marciais. Eles são especialistas em uma arte, mas, para ter êxito no esporte, buscam especialização em outras.

 

        Os brasileiros são hegemônicos no MMA. Isso se deve, na maioria dos casos, a habilidade de lutar no chão, adquiridas por meio das técnicas de jiu-jitsu. Idolatrados nestes países, mal conseguem andar nas ruas. No entanto, no seu país de origem, convivem com o anonimato.

 

        Esses lutadores deveriam ser tratados como verdadeiros heróis, pois se superaram e conseguiram notoriedade mundial sem patrocínio e nenhum apoio governamental. Entretanto, para isso acontecer no Brasil, muitos preconceitos têm que ser quebrados.



Escrito por Leôncio às 23h26
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Um final de semana diferente

 

 Leôncio Almeida

 

Um final de semana sem álcool, cheio de oração e reflexão, opção pouco procurada no mundo de hoje, principalmente pelos jovens. O Curso Nova Vida, realizado nas proximidades de Planaltina, cidade satélite do Distrito Federal, aconteceu nos dias 07,08 e 09 de setembro e reuniu cerca de 63 adolescentes. A Escola de Evangelização Santo André, de Sobradinho - DF, foi a organizadora do evento.

 

O retiro teve um número de inscrições acima do normal, mas os organizadores aceitaram o desafio e deram início às atividades.

 

Palestrantes de diferentes localidades apresentaram “as boas novas de Jesus”, como também expuseram as mensagens e os ensinamentos do filho de Deus.

 

No final do evento, os jovens estampavam um belo sorriso no rosto e relatavam os saldos do encontro. Vários adolescentes, em seus discursos, demonstravam ter reencontrado, por meio do Curso Nova Vida, o verdadeiro valor da família nos dias de hoje.



Escrito por Leôncio às 16h45
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Cidadãos condenam “abusos” do BOPE

Leôncio Almeida

 

Agentes do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) participaram das comemorações do desfile de 7 de setembro, que aconteceu na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

 

O BOPE é conhecido pela “forma agressiva” e “dura” nas missões, o que, consequentemente, geram criticas e mancha a imagem do Batalhão. Moradores das cidades satélites do Distrito Federal, por exemplo, reclamam da forma em que os membros do BOPE os abordam.

 

Entretanto, o primeiro-tenente do BOPE, Ketby Fernandes, que participou do desfile de 7 de setembro, afirma que o Batalhão sempre é solicitado em momentos complicados e procura justificar as ações da corporação.

 

“O BOPE é um batalhão de operações especiais. Somos solicitados sempre em momentos difíceis, que nos leva a agir, quase sempre, de forma ‘dura’, mas sempre respeitando os direitos dos indivíduos”, explica Ketby.

 

Para o primeiro-tenente, esse preconceito por parte da sociedade é normal, pois é decorrência da própria missão do Batalhão: “Nós, do BOPE, entendemos um pouco desse preconceito. Achamos isso normal. Aliás, ao ingressarmos no Batalhão, já tínhamos consciência desse tipo de preconceito, pelas próprias características das situações em que o BOPE é solicitado”.

 

Porém, o morador do Recanto das Emas, Rodrigo Bezerra, de 21 anos, relata que já foi abordado três vezes pelo BOPE e, inclusive, chegou a ser agredido: “Eles me bateram sem eu estar fazendo nada. Eles já chegam batendo, não importa em quem seja”. Rodrigo afirma, ainda, que vários amigos seus também foram vitimas do BOPE.

 

A dona de casa Sildene Almeida é outra que condena as abordagens do BOPE: “Meu filho é trabalhador, mas já apanhou na cara desses homens. Eles não têm Cristo no coração, não”.



Escrito por Leôncio às 17h45
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
 
Meu perfil





BRASIL, Centro-Oeste, RECANTO DAS EMAS, Homem, de 15 a 19 anos, Esportes, Livros



Histórico


Votação
Dê uma nota para
meu blog



Outros sites
 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis
 Ailim Braz